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Este vídeo apresenta uma possível estratégia de pesquisa genealógica de escravos no Brasil ([https://l.facebook.com/l.php?u=https%3A%2F%2Fyoutu.be%2Frl8o9PvL-wE&h=ATM3YNTJ1jgbWZ_kHbIIG5BHrdkRtP6go7UPVzMF2rNtBbG4DK0b9mS-k9qWTDeXNxIZhbvThbvT8TVVkqMqw21XwCZp397_ncfxxjunTVeOlW656ZgTr__G_uJllGgCSIuEUfU9DwQQ_J4kTp2sgasI57AkaQ vídeo]).<br>  
 
Este vídeo apresenta uma possível estratégia de pesquisa genealógica de escravos no Brasil ([https://l.facebook.com/l.php?u=https%3A%2F%2Fyoutu.be%2Frl8o9PvL-wE&h=ATM3YNTJ1jgbWZ_kHbIIG5BHrdkRtP6go7UPVzMF2rNtBbG4DK0b9mS-k9qWTDeXNxIZhbvThbvT8TVVkqMqw21XwCZp397_ncfxxjunTVeOlW656ZgTr__G_uJllGgCSIuEUfU9DwQQ_J4kTp2sgasI57AkaQ vídeo]).<br>  
  
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Brasil Gotoarrow.png Escravidão e Servidão

Até a última parte do século 19, o Brasil tinha um extenso sistema de escravidão. A escravidão foi usada em ambas as nações para preencher as demandas de trabalho para as economias emergentes da plantação. O açúcar era a principal cultura no Brasil colonial. Em 1532 engenhos (fazendas) foram estabelecidos pelos primeiros colonos permanentes. Seis anos mais tarde, os africanos foram importados de Angola para substituir os índios como escravos.

Havia cerca de 100 mil escravos no Brasil em 1600 e cerca de 600.000 em 1700. Desde o censo oficial de 1798, 33,7 por cento da população era branca, 14 por cento era de negros livres, e 52,8 por cento era de escravos. Os escravos negros permaneceram sendo a maioria da população brasileira durante todo o período colonial (anterior a 1822).

De 1550-1690 a maioria dos escravos brasileiros residiam em plantações de açúcar nas províncias do nordeste do Maranhão, Pernambuco e Bahia e no sul da província do Rio de Janeiro. Eles trabalhavam com cana-de-açúcar, algodão e abastecimento. As propriedades típicas incluiam o dono da plantação (fazendeiro), sua família, de 15 a 20 superintendentes e técnicos portugueses, e cerca de 100 escravos.

Na década de 1820 o café substituiu o açúcar como exportação dominante do Brasil Isso levou a uma mudança do nordeste do Brasil para o sul, principalmente para São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Depois que o comércio transatlântico de escravos para o Brasil foi proibido em 1850, os vendedores ambulantes trouxeram um grande número de escravos do nordeste para o sul e os venderam lá por preços exagerados. Em 1874 um terço dos escravos do Brasil ainda estavam no Nordeste, enquanto mais da metade estavam em três províncias produtoras de café.

Datas importantes relativas à escravidão no Brasil incluem o seguinte:

1538 A importação de escravos negros para o Brasil começou.

1761 escravos foram libertados em Portugal, mas não no Brasil.

1850 A lei Queiroz proibiu a importação de escravos africanos para o Brasil.

1867 Liberdade foi prometida aos escravos que lutassem na guerra.

1871 A Lei do Ventre Livre deu liberdade para todas as crianças nascidas de pais escravos.

1885 Todos os escravos de 65 anos ou mais de idade foram libertados.

1888 A escravidão foi proibida no Brasil pela Lei Áurea.

1890 O governo ordenou a destruição de muitos registros de escravos.

O Brasil foi o último país do hemisfério ocidental a abolir oficialmente a escravidão.

Registros da Igreja de nascimentos, casamentos e mortes incluíam registros de escravos, geralmente em livros separados. Esses registros foram filmados pela Biblioteca de História da Família (ver Brasil Registros da Igreja). Às vezes, os registros de vendas de escravos podem ser encontrados com os registros civis, como nos registros civis das cidades de Pasira, Flôres e Altinho, no estado de Pernambuco, Brasil.

Fontes que discutem o contexto histórico e as condições sociais de escravos no Brasil podem ser obtidas através de universidade local e bibliotecas públicas. A Biblioteca de História da Família tem fontes com informações sobre a história social, incluindo:

Taylor, Quintard. "Famílias Africanas: Preto e Branco." Conferência Mundial sobre Registros: Preservação da Nossa Herança". Vol. 11, pt. 16. Salt Lake City: Corporação do Presidente, c1980. (FHL livro 929,1 W893 1980; ficha 6085857) Este livro fornece informações sobre os casamentos de escravos e famílias.

Pang, Eul-Soo. "Modernização e escravatura no Brasil do século XIX." O Jornal de História Interdisciplinar . Vol. IX, n.º. 4, pp 667-688. Cambridge: MIT Press, 1979. (FHL livro 981 Al não. 16)

Escravidão. São Paulo: Ed. ANPUH / Marco Zero, 1988. (FHL livro 981 H6e)

Dalla Vecchia, Agostinho Mário. Os Filhos da escravidão: memórias de Descendentes de Escravos da região meridional do Rio Grande do Sul (Os filhos de escravos: sobre os descendentes de escravos na região do entorno do Rio Grande do Sul). Pelotas: Editora da UFPEL Universitária, c 1994. (FHL livro 981,65 H6)

Uma bibliografia muito importante para as fontes sobre a escravidão foi produzida pelo Arquivo Nacional do Brasil:

Guia brasileiro de Fontes para a história da Africa, da escravidão negra e do Negro na Sociedade Atual: Fontes arquivistas (guia brasileiro para fontes da história da África, escravizaram os negros, e os negros na sociedade contemporânea: fontes arquivísticas ). 2 vols. Rio de Janeiro: O Arquivo de 1988. (FHL livro 981 A3G)

Um guia útil genealógico que discute técnicas e estratégias para traçar ascendência negra é:

Nielsen, Lawrence James. "O problema especial de pesquisa e documentação de famílias escravas no Brasil." Conferência Mundial sobre Registros: de Preservação do nosso Património. Vol. 9, pt. 14. Salt Lake City: Corporação do Presidente, c1980. (FHL livro 929,1 W893 1980; ficha 6085821)

Este vídeo apresenta uma possível estratégia de pesquisa genealógica de escravos no Brasil (vídeo).