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Petrópolis, Rio de Janeiro - Genealogia

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Brasil Gotoarrow.png Rio de Janeiro Gotoarrow.png Petrópolis

(Inclua nesta página dados deste município. As informações em itálico são apenas orientações e deverão ser suprimidas assim que os conteúdos forem incluídos.)

PetropolisRJ.svg.png

Localização: Mesorregião Metropolitana do Rio de Janeiro
Área: 795,798 km²
Distância da Capital: 68 km

Datas[editar | editar código-fonte]

(Inclua datas históricas relacionadas ao município, como data de fundação, emancipação política, etc.)

No dia 16 de março de 1843, o Imperador, que estava com dezoito anos e recém-casado com Da. Teresa Cristina assinou o Decreto Imperial nº 155 que arrendava as terras da fazenda do Córrego Seco ao Major Köeler para a fundação da “Povoação-Palácio de Petrópolis”

Antigas Denominações[editar | editar código-fonte]

(Inclua antigos nomes que o município tenha tido.)

Municípios Circunvizinhos[editar | editar código-fonte]

Localidades[editar | editar código-fonte]

(Inclua sublocalidades do município que sejam significativas, tais como povoados, fazendas, estâncias, etc.)

AS SESMARIAS E ANTIGAS FAZENDAS DA REGIÃO

As primeiras sesmarias distribuídas no “sertão de serra acima do Inhomirim” pelo governo português datam de 1686 a algumas pessoas que, no momento, se destacavam na vida política e na segurança da Colônia. Mas devido à presença dos índios Coroados e das dificuldades de subir a serra, somente com o Caminho Novo e com a concessão de novas glebas a sesmeiros, a atividade econômica desenvolveu a região. Quando Petrópolis foi fundado 130 anos depois, já havia um grande número de fazendas e alguma atividade industrial entre a baia da Guanabara e Vila Rica, conforme descreve o Barão de Langsdorff no primeiro volume de seus diários. Assim, o trânsito pelo Caminho Novo era muito grande. Na região onde seria fundado Petrópolis, as fazendas mais importantes eram:

Fazenda do Rio da Cidade, na Estrada do Contorno.
Fazenda do Pe. Correia, em Corrêas.
Fazenda do Córrego Seco, cuja sede era onde hoje está o Ed. Pio XII (Rua Marechal Deodoro, no Centro Histórico).
Fazendas Quitandinha, Samambaia, Retiro de São Tomás e São Luiz, Itamaraty, Secretário, que depois deram seus nomes aos bairros da cidade e dos distritos.
Fazenda da Engenhoca, onde hoje está a Estação de Transbordo de Corrêas.
Fazenda Mangalarga e Fazenda das Arcas, em Itaipava.
Fazenda Sumidouro, em Pedro do Rio.
Fazenda Santo Antônio, na estrada Philúvio Cerqueira (Petrópolis – Teresópolis).
Fazenda das Pedras, na Serra das Araras.
A FAZENDA DO Pe. CORREIA e D. PEDRO I

Antônio Tomás de Aquino Correia, filho de Manuel Correia da Silva, nasceu no Rio da Cidade em 1759, estudou na Universidade de Coimbra e foi ordenado em 1783, passando a ser conhecido como o Padre Correia. Transformou sua propriedade na mais progressiva fazenda da Variante do Caminho Novo, citada por todos os viajantes estrangeiros que por ali passaram quando o Brasil abriu seus portos ao comércio internacional. Em 1829, o viajante inglês Robert Walsh cita em seus diários que lá tomou um excelente suco de pêssego. Refere-se também a plantações de café, mostrando dessa forma a importância da fazenda. A casa grande da fazenda era enorme, com varanda na frente e muito bonita. Havia uma capela consagrada a Nossa Senhora do Amor Divino, cuja imagem está atualmente na igreja de Corrêas. Esse conjunto arquitetônico está preservado até hoje como um dos mais antigos e valiosos monumentos coloniais petropolitanos.

O Padre Correia criava gado mais para corte do que para o aproveitamento de leite. Como o clima era propício havia o cultivo de cravos, figos, jabuticabas, uvas, pêssegos, marmelos, milho e maçãs e outras frutas de origem européia. Mas a principal atividade do Padre Correia era cultivo de milho e a fabricação de ferraduras para atender à enorme demanda exigida pelas dezenas de tropas diárias que pernoitavam na Fazenda. Lá também, existiam muitos escravos. O Padre Correia foi um dos grandes senhores de terra da região petropolitana. D. Pedro I esteve na fazenda em março de 1822 e retornou várias vezes passando a ter grande admiração por aquele local. O Padre Correia faleceu em 1824, com 65 anos, de morte repentina, provavelmente problemas cardíacos, tendo Da. Arcângela Joaquina da Silva, sua irmã, herdado a fazenda.

A fundação da cidade de Petrópolis está intimamente ligada ao Imperador D. Pedro I e ao Pe. Correia. Desde que o Imperador pernoitou na fazenda do padre, de passagem pelo Caminho do Ouro que o levaria às Minas Gerais, ficou encantado com a exuberância e amenidade do clima. Foi seu desejo então, adquirir a propriedade para seu uso e, em especial, para o tratamento de sua filha, Princesa Dona Paula Mariana de cinco anos, sempre muito doente e que se recuperou bem quando lá esteve.

A FAZENDA DO CÓRREGO SECO E A FUNDAÇÃO DE PETRÓPOLIS

Dom Pedro I sentia a necessidade de construir um palácio fora do Rio de Janeiro, pois recebia muitas visitas da Europa não habituadas ao calor tropical. Construir um palácio na fazenda do Padre Correia seria muito oportuno pelo excelente clima da região que agradaria aos visitantes estrangeiros. Consciente ou inconscientemente, incomodava também ao Imperador, residências muito mais luxuosas que os seus palácios, todos eles muito simples. Um palácio de verão serra acima poderia ser mais qualificado para a sua condição imperial. Além disso, sua filha a princesinha Da. Paula, que tinha sérios problemas de saúde vindo a falecer prematuramente aos dez anos, passou um verão na Fazenda do Padre Correia e se sentiu muito bem, repetindo a estadia muitas vezes. Em 1828, D. Pedro I, agora com sua segunda esposa D. Amélia, continuava a freqüentar a fazenda com Da Paula. A comitiva imperial nunca tinha menos de cinqüenta pessoas e Da. Amélia sentiu que visitas tão avantajadas estavam trazendo muitos problemas para Da. Arcângela, irmã e herdeira do padre. Pediu, então, a Dom Pedro que comprasse a Fazenda. O Imperador se entusiasmou com a idéia, mas Da. Arcângela, alegando questões familiares de herança, não concordou com a venda. Ela mesma, talvez querendo se ver livre das incômodas e freqüentes visitas reais indicou a Dom Pedro I uma fazenda vizinha que estava à venda, a do Córrego Seco, pertencente ao Sargento-Mór José Vieira Afonso. Assim D. Pedro comprou o Córrego Seco por vinte contos de réis (5, vol 2, p88), preço considerado muito alto para o valor real da fazenda. A escritura de compra foi assinada em 1830.

D. Pedro I ainda adquiriu outras propriedades no entorno, no Alto da Serra, em Quitandinha e no Retiro, ampliando a área de sua fazenda. Ele poderia afinal realizar seu sonho de 1822, construindo um Palácio de Verão. Como enfrentava dificuldades políticas na capital, desejando que reinasse paz entre a Nação e o Trono, passou a chamar o seu Córrego Seco de Fazenda da Concórdia, onde pretendia construir um palácio. Encarregou o arquiteto real Pedro José Pezerat e o engenheiro francês Pierre Taulois de um projeto que denominou Palácio da Concórdia, simbolizando a harmonia entre a Nação e o ramo brasileiro da Casa dos Bragança que tanto desejava. Mas a obra não foi realizada, pois no dia 07 de abril de 1831, o Imperador foi obrigado a abdicar para retornar a Portugal. O projeto do palácio e o orçamento da obra constam dos arquivos do Museu Imperial, infelizmente sem referência quanto ao local da obra. (6, p.8)

2.2 DOM PEDRO II E O DECRETO DE FUNDAÇÃO

Com a abdicação e morte de seu pai em 1834, D. Pedro II herda essas terras, que passam por vários arrendamentos até que Paulo Barbosa da Silva, Mordomo da Casa Imperial, teve a iniciativa de retomar os planos de Pedro I, de construir um palácio de verão no alto da serra da Estrela. Era uma vultuosa empreitada que iria consumir consideráveis investimentos públicos e privados nos anos seguintes, mas o Império, na década 1840 -50, estava em boa condição financeira, com o afastamento dos ingleses da nossa economia, com a proibição do tráfego negreiro que liberava capitais para investir e, principalmente, com o “boom” do café. O Mordomo já tinha mandado o engenheiro alemão Júlio Frederico Köeler construir a Estrada Normal da Serra da Estrela para tornar possível o acesso de carruagens à Fazenda do Córrego Seco, uma vez que o Caminho Novo era apenas para tropas de mulas.

PETRÓPOLIS CIDADE

Como todo povoado colonial, a cidade nasceu de um curato em 1845, subordinado a São José do Rio Preto e um ano depois, foi criada a Paróquia de São Pedro de Alcântara, vinculada à Vila da Estrela. Em 1857, onze anos após, foi elevado a município e cidade, sem passar pela condição de vila, o que era, na ocasião, inédito.

Mas o Imperador não desejava essa mudança de status para sua Petrópolis, pois sabia que nessa condição haveria uma administração municipal interferindo nas suas relações com a cidade. O Coronel Amaro Emílio da Veiga, deputado na Assembléia Provincial, depois de duas tentativas sem sucesso por interferência do próprio Imperador, conseguiu aprovar o seu projeto “...elevando a povoação de Petrópolis à categoria de cidade, revogando-se as leis em contrário.” D. Pedro II ficou enfurecido e retaliou, determinando que o Cel. Veiga retornasse ao Exército, impedindo que ele assumisse a presidência da Assembléia Legislativa de Petrópolis, para a qual tinha sido o candidato mais votado nas primeiras eleições municipais. Desgostoso, o Cel. Veiga pediu a reforma do Exército, afastando-se da vida pública, mas continuou morando em Petrópolis até falecer alguns anos depois. Hoje, ele dá nome a uma importante rua da cidade.

História[editar | editar código-fonte]

(Inclua um breve resumo histórico sobre o município, destacando os fatos que se relacionem ou que facilitem de alguma forma a pesquisa genealógica na localidade.)

É impossível pensar Petrópolis, Juiz de Fora, Barbacena, São João Del Rei e Ouro Preto sem antes pensar o Caminho Novo. Também não dá para entender Petrópolis sem a subida da Serra Velha, por onde vieram os nossos pioneiros colonizadores. Conhecer esses caminhos é conhecer 300 anos da nossa história, que começou em 1724 quando Bernardo Soares de Proença abriu a variante do Caminho Novo, passando pelo alto da serra onde hoje está nossa cidade.

Depois de vinte anos de sofrimento, Bernardo Proença, um rico fazendeiro da região, se propôs abrir uma nova subida da Serra por antiga trilha de índios em sua fazenda. Aceita a proposta, Proença construiu o Porto da Estrela no fundo da baía da Guanabara, onde é hoje a Praia de Mauá e que se tornou logo numa importante vila, depósito e escoamento de mercadorias. Esse porto com sua capela em louvor de Nossa Senhora Estrela dos Mares está hoje em ruínas, mas ainda pode ser visitado. Ele foi o início da variante do Caminho Novo por onde os tropeiros subiam a Serra do Mar, atravessando a exuberante encosta da nossa Serra Velha. Chegando ao Alto, a Variante de Proença seguia em direção à área onde hoje está situada a Estação de Transbordo Imperatriz Leopoldina, passando pela fazenda do Córrego Seco, onde, mais tarde, surgiria Petrópolis.

Bernardo Proença recebeu pelo seu trabalho, uma sesmaria no Alto da Serra onde hoje está quase toda a cidade de Petrópolis. Outras sesmarias foram distribuídas ao longo do Caminho Novo e logo a região se desenvolveu muito. Se ele não tivesse aberto a Variante do Caminho Novo passando pelo Córrego Seco, todo o desenvolvimento da nossa região teria acontecido no eixo Xerém-Paty do Alferes-Miguel Pereira-Paraíba do Sul, que era o traçado original daquela via feita por Garcia Rodrigues Paes.

Bernardo Proença recebe três homenagens em Petrópolis: um monumento próximo à Estação de Transbordo Imperatriz Leopoldina, o nome de uma rua no bairro do Itamarati e o de um conjunto habitacional em Corrêas.

A COLONIZAÇÃO ALEMÃ

Na primeira metade dos anos 1800, as conseqüências sociais e econômicas da Revolução Francesa, da Abolição da Escravatura e da Revolução Industrial, resultaram numa difícil condição de vida para os povos de língua alemão. A população estava politicamente desiludida e havia discórdia por toda a parte. Ricos e pobres endividados, o desemprego era grande no Rhur, o coração do aço alemão, com muitos problemas nas minas de carvão. Salvo os que viviam da vinicultura, uma parte da população, que, movida pela esperança de vida melhor, deixou tudo e partiu para as Américas. A maioria dos colonos que chegou a Petrópolis era natural de aldeias localizadas nos bispados de Treves e Mogúncia, na Renânia e Westphália, (Grão-Ducado de Hesse-Darmstadt e no Ducado de Nassau), região atualmente conhecida pelo nome de Hunsrück, localizada na confluência dos rios Reno e Mosel.

Em 1837, aportou no Rio de Janeiro o navio Justine com 238 imigrantes alemães em viagem para a Austrália. Devido aos maus tratos sofridos a bordo, eles resolveram não seguir viagem, permanecendo no Rio de Janeiro. O Mj Köeler soube da ocorrência e se entendeu com a Sociedade Colonizadora do Rio de Janeiro para trazer os imigrantes para trabalhar na abertura da Estrada Normal da Estrela, pagando uma indenização ao capitão do navio. Assim, foi dada permissão aos colonos de desembarcarem no Rio de Janeiro. Estes, sob as ordens de Köeler, estiveram primeiramente trabalhando no Meio da Serra, depois foram para o Itamarati.

A segunda leva de colonos foi planejada pelos presidentes da província João Caldas Viana e Aureliano Coutinho para trabalhar em obras na província, mas eles acabaram em Petrópolis, locando no terreno, o plano urbanístico traçado por Köeler. Foram 600 casais de colonos alemães contratados em 1844, exigindo-se que fossem artífices e artesãos com experiência.

Treze navios deixaram Dunquerque com 2.338 imigrantes, o primeiro deles chegando ao porto de Niterói em 13 de junho e o último, em 7 de novembro de 1845, sendo os imigrantes alojados em barracões ao lado da igreja matriz.(8, p.8) Acertados os trâmites legais, eles foram transferidos para o Arsenal de Guerra do Rio, onde se acha hoje instalado o Museu Histórico Nacional, ficando por lá alguns dias e, então, seguiram viagem pela baía da Guanabara e pelo rio Inhomirim, até o Porto da Estrela. De lá, para o Córrego Seco, foram a pé ou a cavalo, com escalas na Fábrica de Pólvora e no Meio da Serra, onde existiam ranchos para os viajantes.

Muitos dos colonos que deixaram Dunquerque não chegaram a Petrópolis em conseqüência do mau passadio a bordo e do surto de febres nos depósitos. Outros, especialmente crianças, não resistiram à penosa subida da serra e foram enterrados pelo caminho. O diplomata belga, Auguste Ponthos, em seu livro “Avaliação sobre o Brasil”, afirma que 252 imigrantes morreram, sendo 56 nos portos ou na viagem para Petrópolis. (8, p. 83)

Vieram muito mais alemães católicos do que protestantes. No dia 19 de outubro de 1845, na praça Koblenz, dia de São Pedro de Alcântara, num altar ornamentado com flores silvestres, o Padre Luís Gonçalves Dias Correia celebrou uma missa para os católicos e o pastor Frederico Ave-Lallemant professou um culto para os protestantes. O Presidente da Província, Aureliano de Souza e Oliveira Coutinho, compareceu a essa solenidade, tendo feito um grande elogio ao trabalho dos colonos.

Foram muitas as dificuldades iniciais. Logo que aqui chegaram foi necessária a compra de 200 cabras para alimentar as crianças, já que suas mães não tinham leite, devido às agruras da viagem. Köeler planejou uma colônia agrícola em Petrópolis sem estudo prévio da geologia do terreno que resultou no fracasso do empreendimento. Os colonos abriram estradas, derrubaram matas para a construção de residências e semearam suas hortas para consumo e foram utilizados nas obras públicas, retificando os rios, drenando os lodaçais e construindo os prédios da povoação.

Para os alemães se sentirem à vontade e se lembrarem de sua terra, Köeler repetiu os nomes das regiões de origem na Alemanha nos quarteirões da cidade como Mosela, Palatinado, Westphalia, Renânia, Nassau, Bingen, Ingelheim, Darmstadt, Woerstadt, Siméria, Castelânia Westphalia e Worms. Além disso, homenageou as diversas nacionalidades de outros colonos, dando-lhes nomes nos quarteirões: Quarteirão Francês, Suíço e Brasileiro.

Hoje, os descendentes dos colonos estão por toda a cidade e seus nomes de família podem ser encontrados no Obelisco do centro da cidade, nos guias telefônicos e dão nomes a ruas e praças. O progresso dos colonos alemães dinamizou Petrópolis, contribuindo para o seu desenvolvimento. O seu trabalho e a sua lembrança fazem parte da cidade.
OUTROS IMIGRANTES COLONIZADORES

Aos alemães, os primeiros colonizadores, juntaram-se muitas nacionalidades num caldeirão étnico, a princípio, cada uma fechadas em suas famílias, mas pouco a pouco, se integrando como também aconteceu em todo o Brasil.

Os portugueses, principalmente açorianos, alguns antes mesmos dos alemães, vieram para trabalhar na construção da Estrada da Serra da Estrela, em pedras de cantaria e comércio. Surgiram em torno da cidade comunidades portuguesas de floricultores.

Os franceses não vieram todos juntos e foram chegando aos poucos e se dedicaram à alimentação, à jardinagem e à confecção de peças de serralheria como as cruzes da Catedral de São Pedro de Alcântara e da Capela de Finados, assim como a inscrição Petrópolis, assinalando o batismo de povoação.(9, p.37)

No início, os italianos trabalharam na Companhia Petropolitana de Tecidos, formando uma comunidade com vida própria, quase independente da cidade. Aos poucos foram se aproximando de outros grupos. Atuaram também em panificação, distribuição de jornais e diversas outras. (9 p.37)

Os ingleses se destacaram em hotelaria e transportes. Também merecem destaque os imigrantes suíços, belgas e libaneses, completando a formação cosmopolita do petropolitano.

PETROPOLIS NO IMPÉRIO

O renomado ensino de respeitados colégios como o Kopke, o Calógeras, o de Frederico Stroele, o NS de Sion, o Santa Isabel e as escolas de educadoras francesas, como as de Mme Dienes, Mme Taulois e Mme Geslin.
A construção do Hospital Santa Teresa, inaugurado em 1876, com participação ativa de Dom Pedro II.
Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá, criou a estrada de ferro e a linha de barcos a vapor, que ligava Petrópolis ao Rio de Janeiro.

Hotéis para veranistas e visitantes ilustres foram inaugurados. O Hotel Bragança, que funcionou por quase 80 anos e foi derrubado para a abertura da rua Alencar Lima tinha noventa e dois quartos, salões de festas, de bailes e um teatro. Mas havia outros, como o Hotel Suíço, o João Meyer, ponto de reunião de colonos, o Hotel Europa, que hospedou o Imperador Maximiliano do México, em 1848 e o Orleans, onde hoje funciona a Universidade Católica de Petrópolis, na Rua Barão do Amazonas. A indústria de tecidos encontrou fatores favoráveis na cidade como o clima úmido, a energia hidráulica e a mão-de-obra qualificada. A Imperial Fábrica de São Pedro de Alcântara, a Companhia Petropolitana, a Aurora, a Werner, a Santa Helena, a Da. Isabel e a Cometa faziam de Petrópolis o mais importante pólo têxtil do país.
Construção de modernas estradas de rodagem que facilitavam o acesso à cidade. Entre elas, a Estrada para Paty do Alferes, a atualíssima Estrada Normal da Estrela que vinha do Porto da Estrela até Petrópolis (1843) e a União e Indústria que ia de Petrópolis para Juiz de Fora (1856).

PETRÓPOLIS NA REPÚBLICA

Com a Proclamação da República em 1889 que resultou no banimento e o exílio da Família Imperial, temia-se que a cidade fosse ameaçada por retaliações republicanas e perdesse o seu prestígio. Mas isso não aconteceu. As funções administrativas passaram a ser exercidas por intendentes nomeados pelo governador do estado até 1892, quando Petrópolis passou a ser governada pela sua Câmara, situação que perdurou até 1916, quando foi criada a Prefeitura Municipal, tendo Oswaldo Cruz como seu primeiro prefeito, nomeado por Nilo Peçanha.(11, p.34)

Significativos para a cidade foram os oito anos em que ela se transformou na capital do Estado do Rio de Janeiro. Em 1893, ocorreu a Revolta Armada em Niterói contra o governo do Marechal Floriano Peixoto e foram cortadas todas as comunicações entre o Rio de Janeiro e Niterói. Com a capital do estado ameaçada, o governo foi transferido de Niterói para Petrópolis, em 1894. José Tomás Porciúncula era o governador e o retorno só aconteceu em 1902. O município tinha 29.000 habitantes e até 35.000 no verão, já estava recebendo energia elétrica e duas surpreendentes modernidades ocorreram em 1896: bondes elétricos passaram a circular na cidade e aí ficaram até 1939; o primeiro automóvel subiu a serra, um “Decauville”, em 1902, movido a benzina e não tinha silencioso.

Quando Petrópolis deixou de ser capital do Estado, pensou-se novamente que a cidade perderia seu prestígio e ficaria esquecida. Ao contrário, por muitos anos, o desenvolvimento foi mantido, ao lado da sua vocação turística. Quando surgia uma epidemia de febre amarela no Rio de Janeiro muitas pessoas se mudavam para Petrópolis, que estava livre desses males pela salubridade do clima.

Os republicanos também se renderam aos encantos da Serra da Estrela. De 1894 a 1903, o Ministério das Relações Exteriores praticamente funcionou em Petrópolis, decidindo questões vitais como a assinatura do Tratado de Petrópolis, que anexou o Acre à Federação.

Nos anos seguintes, com exceção de Floriano Peixoto, Delfim Moreira e Castello Branco, todos os presidentes da República, desde Deodoro da Fonseca até Costa e Silva, veranearam em Petrópolis. A cidade que antes se transformava em capital do Império, agora se tornava capital da República com presença de expressivas personalidades como Barão do Rio Branco, Joaquim Nabuco, Santos Dumont, Conde Afonso Celso, Hermes da Fonseca e sua mulher Nair de Teffé, Pandiá Calógeras, Henrique Lage, Ruy Barbosa, Joaquim Murtinho, Stefan Sweig, Edson Passos, Eugênio Gudin e tantas outras. Ficou preservado o seu ambiente culto, aristocrático e refinado. Durante o verão, no início da noite, a estação ferroviária se transformava num “point” social, repleta com as famílias esperando a chegada do “trem dos maridos”. Com eles vinham também as notícias do dia. (1, p.53)

Epitácio Pessoa, em 1920, construiu o prédio do I° Batalhão de Caçadores, trazendo para a cidade a tropa do Exército, hoje 32°Batalhão de Infantaria, uma das tradições petropolitanas. Em 1922, ele construiu o belo prédio dos Correios em arquitetura neoclássica. Em 1928, foi construída a primeira rodovia asfaltada do país que ligava o Rio a Petrópolis, que recebeu o nome de Washington Luiz, uma homenagem ao presidente que teve essa importante iniciativa para a vida da cidade.

Talvez Getúlio Vargas tenha sido o presidente que mais se aproximou e se interessou por Petrópolis. Até hoje, muitos ainda se lembram dele caminhando pelas ruas da cidade, com as mãos cruzadas nas costas. O Museu Imperial e o Mausoléu dos Imperadores devem a ele a sua existência. Getúlio Vargas em Petrópolis, na visão de José Luiz Alquéres, de certa forma, repete a época imperial, pela concentração e continuidade do poder central durante o Estado Novo, pela afetividade do povo petropolitano com a família Vargas e pelo trânsito político que beneficiou seus parentes, como a filha Alzira - qual uma nova princesa Isabel, sua mulher Darcy e seus aparentados Amaral Peixoto, João Goulart, Celina e Moreira Franco. Tudo isso contribui para dar a Getúlio uma aura só superada pelo velho imperador, com o qual, inconscientemente ou não, procurou se identificar. (10, p.37)

Essa nova “corte imperial” mudou a cidade. O suntuoso Hotel-Cassino Quitandinha, aberto em 1944, se tornou conhecido em todo o país e atraiu o jet-set internacional para Petrópolis. Orson Welles, Errol Flynn e outros, nele se hospedaram. Com a proibição legal do jogo em 1946, o hotel perdeu o esplendor, mas até hoje seu prédio, conhecido como Palácio Quitandinha é atração na cidade.

Famílias Tradicionais[editar | editar código-fonte]

(Relacione as famílias mais antigas e tradicionais do município, por ordem alfabética de sobrenome e separado por vírgulas.)

Em Petrópolis, a imigração alemã foi concebida pelo alemão (posteriormente naturalizado brasileiro) Júlio Frederico Koeler (ou Julius Friedrich Koeler), major do Império Brasileiro. A primeira leva de imigrantes tinham como destino Sidney - Austrália, mas devido às péssimas condições de viagem interromperam o trajeto e resolveram permanecer no Rio de Janeiro.

Adams, Alfeld, Andreas, Arweiler, Auler, Bach, Balter, Barten, Bauer, Bauermann, Baumgatner, Bechtlufft, Beck, Becker, Behrens, Benchel, Bender, Berlandi, Berr, Beuren, Biehl, Blaeser, Blaesius, Blankenberger, Blatt, Blatten, Blum, Boelling, Boller, Bonacker, Borchtelmann, Borrê, Brahm, Brand, Braun, Breuer, Brunner, Buehler, Buhl, Bumb, Burger, Capalo, Castor, Christ, Dahlen, Debald, Deister, Delvo, Dengler, Deroche, Deubert, Diehl, Dietrich, Dietz, Doerscheid, Dohm, Dorr, Dupont, Dupré, Ebeling, Eberhardt, Ebertz, Echternacht, Eckardt, Eiffler, Einsfeld, Elbert, Emmel, Engelmann, Eppeisheimer, Eppinghaus, Erbes*, Esch, Espenschied, Essinger, Ev, Exel, Faber, Faulhaber, Fecher, Feldmann, Finkennauer, Firmes, Fischer, Flaeschen, Flesch, Fliess, Forster, Franz, Friedrichs, Gabelmann, Gabrich, Gall, Gehren, Geoffroy, Georg, Gerhard, Gietz, Gimpel, Glassow, Goehl, Goeller, Goettnauer, Goetz, Gorges, Graeff, Gregorius, Groess, Grotz, Gudehus, Guenster, Guntermann, Gutmann, Hamm, Hammes, Hang, Hansen, Happ, Harres, Hart, Hartmann, Haubrich, Hees, Hehn, Heiderich, Henemann, Henrichs, Hilgert, Hill, Hillen, Hinkel, Hinnerscheid, Hippert, Hoefner, Hoelz, Hoenes, Hoffmann, Huegel, Hummel, Husch, Indstein, Jacobs, Jacoby, Jaeger, Jahn, Jantz, Jenz, Jochem, Joras, Jost, Jung, Justen, Kaercher, Kalkuhl, Kallenbach, Kappaum, Kappler, Kappes, Karl, Kauert, Keck, Kersten, Keuper, Kind, Klaes, Klaudi, Klein, Kling, Klingel, Klippel, Kloh, Knecht, Kneipp, Kniebel, Knuth, Kober, Kochems, Koetzer, Kolling, Konflanz, Kopf, Kopp, Korndorfer, Korth, Kraemer, Kramm, Kratz, Kraus, Krautkraemer, Krebs, Kreis, Kreischer, Krings, Kronemberger, Kuhn, Kunz, Kurtenbach, Kustermann, Lahr, Latsch, Laufersweiler, Lauterbach, Licht, Licker, Linden, Link, Littig, Lochem, Loepsch, Loos, Lorang, Luebe, Luetger, Lukas, Mahler, Mainartz, Maiworm, Malmann, Martini, Marx, Mathis, Maul, Mayer, Mebus, Mees, Merker, Mertens, Meures, Michel, Moehlig, Molter, Monken, Morsch, Muenich, Muller, Munch, Mundstein, Mussel, Neisius, Neumann, Nichtern, Nicodemus, Nicolai, Nienhaus, Noel, Ohlweiler, Orth, Petry, Pfeiffer, Philippi, Pitzer, Plantz, Platten, Platz, Plenz, Rablais, Raeder, Reinsfeld, Reiss, Reissinger, Reith, Reitz, Renzler, Retzmann, Reuther, Rheingantz, Richter, Rippel, Rittmeyer, Rockenbach, Rody, Rosenbach, Roux, Ruhl, Sattler, Sauer, Saueressig, Schaefer, Schanuel, Scheid, de Schepper, Scherer, Schimmels, Schimidt, Schimitt, Schimitz, Schneider, Schnoeneck, Scholl, Schorsch, Schroeder, Schuessler, Schumacher, Schunck, Schwabenland, Schwartz, Schweickardt, Seitz, Sieben, Silbernagel, Simon, Sindorf, Sisterhenn, Sixel, Sommer, Sperle, Stadler, Starck, Steinborn, Stoffel, Straub, Stulpen, Stumm, Stumpf, Stutzel, Suss, Surerus, Sutter, Tannein, Ternes, Tesch, Thees, Theis, Theisen, Theobald, Thomas, Trojack, Uhlweiler, Ulrich, Vetter, Vogel, Vogt, Vones, Wagner, Waldhelm, Weber, Webler, Weckmuller, Weiand, Weinem, Weinschutz, Weirich, Weitzel, Wendling, Werkhauser, Werner, Wetzler, Wey, Wichers, Wilbert, Willerger, Willems, Willing, Windhauser, Winter, Wirsch, Wolf, Woll, Zacher, Zerban, Zillig, Zimmler e Zoebus.

Ver também: Imigração Alemã em Petrópolis


Instituições[editar | editar código-fonte]

Cartórios de Registro Civil, Notas e similares[editar | editar código-fonte]

(Inclua as unidades cartoriais do município, bem como endereço, telefone, e-mails e links para páginas virtuais, se houver.)

Cemitérios[editar | editar código-fonte]

(Inclua o(s) nome(s) do(s) cemitério(s) do município, tanto públicos quanto particulares, bem como endereço, telefone, e-mails e links para páginas virtuais, se houver)

Cemitério Municipal de Petrópolis
Endereço: Rua Coronel Fabrício Mattos, s/n - Valparaíso, Petrópolis - RJ, 25685-170
Telefone:(24) 2246-8480

Centros de História da Família[editar | editar código-fonte]

(Inclua o(s) nome(s) do(s) Centro(s) de História da Família existente(s) no município. Utilize a opção Inserir Hiperlink para ligá-lo à página do Centro na Wiki.)

Petrópolis Brazil Family History Center

Rua Teresa, 52, Alto da Serra RIO DE JANEIRO 20240-310


Horário

Ter, Qui e Dom 14:00-20:00
' 

+55 1-24-2242-507

Locais de Registros Religiosos[editar | editar código-fonte]

(Inclua as igrejas e outras instituições ligadas a estas, como dioceses, arquidioceses e escritórios, existentes no municípios, bem como endereço, telefone, e-mails e links para páginas virtuais, se houver.)

Outros Locais e Instituições[editar | editar código-fonte]

(Inclua Associações, Arquivos Públicos, Bibliotecas, Institutos Históricos, Museus, Prefeituras e qualquer outra instituição que possa conter acervo de interesse para a História da Família ou que possa servir de meio para contato no município; inclua endereços, telefones para contato, e-mails e links para páginas virtuais, se houver. Relacione-os em ordem alfabética.)

Casa da Família Voigt
Endereço

Avenida Koeler, 324 Visualizar no mapa

Centro

CEP: 25685-060

Outros Recursos de Pesquisa[editar | editar código-fonte]

(Inclua outros recursos que possam ser utilizados para pesquisa específica no município, como comunidades online, páginas pessoais, etc.)

http://embuscadopassadoperdido.blogspot.com.br/2013/04/familias-da-colonia-imperial-de.html

Fazenda ou Sítio Cachoeira http://www.institutocidadeviva.org.br/inventarios/?p=728

Fazenda da Conceição http://www.institutocidadeviva.org.br/inventarios/?p=740

Fazenda Ribeirão http://www.institutocidadeviva.org.br/inventarios/?p=724

Bibliografias[editar | editar código-fonte]

Quatro etnias na fundacao de Petropolis - africanos, alemaes, franceses e portugueses, de Paulo Roberto Martins de Oliveira

www.cbg.org.br/cartamensal/CM73.pdf

(Inclua livros já publicados relacionados à localidade.)

http://www.petropolis.rj.gov.br/fct/index.php/turismo/conheca-petropolis/historia-de-petropolis.html

http://memoriasdeumpovo.comunidades.net/germanicos-em-petropolis

Famílias da Colônia Imperial de Petrópolis com Genealogia Elaborada.

Entre as famílias de imigrantes alemães para a recém criada Colônia Imperial de Petrópolis, algumas já tem sua Genealogia estudada e elaborada, principalmente, graças ao trabalho de Carlos Grandmasohn Rheingantz. Esses estudos teriam sido publicados no jornal A TRIBUNA DE PETRÓPOLIS e no artigo "Origem dos Colonos Germânicos que povoaram Petrópolis", publicada na Revista nº 5 do Instituto Histórico e Geográfico de Petrópolis.

Na Revista nº 3 do Instituto Histórico de Petrópolis, ano 1982, páginas 55/62:
01. ADAMS
02. ALFELD
03. ANDREAS
04. ARWEILER
05. AULER

Na Tribuna de Petrópolis:
01. BARTEN – 20.04.1983
02. BONACKER – 03.01.1982
03. BRUNNER – 20.04.1983
04. BUMB – 20.04.1983
05. CAPALO – 09.07.1981
06. CASTOR – 09.07.1981
07. DAHLEM – 09.07.1981
08. DEHALD – 09.07.1981
09. DEISTER – 30.07 e 06.06.1981
10. DORR – 25.08.1985
11. EBELING – 29.08.1981
12. EIFFLER – 29.08.1981
13. ESPENSCHIED – 16.06.1983
14. EXEL – 29.08.1981
15. FAULHABER – 2, 9, 23 e 30.11.1986
16. FRANZ – 20.12.1981
17. GOETTNAUER – 13 e 22.11.1981
18. GUNTERMANN – 29.08.1981
19. HAMMES – 11, 19 e 25.01.1983
20. HAPPE – 20.08.1982
21. HARRES – 20.08.1982
22. HAUBRICH – 17 e 24.08.1983
23. HEES – 01 e 11.09.1983
24. HEIDERICH – 20.08.1982
25. HENNEMANN – 20.08.1982
26. HILGERT – 02.09.1982
27. HINNERSCHEID – 02.09.1982
28. HIPPERT – 02.09.1982
29. HOELZ – jul/ago -1982
30. HOENES – 02.09.1982
31. HUEGEL – 02.09.1982
32. HUMMEL – 02.09.1982
33. IDSTEIN – 02.09.1982
34. JOST – 25.05.1985
35. KALKUHL – 08.07.1983
36. KARCHER – 08.07.1983
37. KIND – 08.07.1983
38. KLAES – 08.07.1983
39. KLING – set/out-1986
40. KLOH – 13 e 20.08.1981
41. KNECHT – 08.07.1983
42. KNIEBEL – 29.11.1981
43. KOBER – 08.07.1983
44. KORNDORFER – 08.07.1983
45. KREISCHER – abr/mai/jun-1985
46. KRONENBERG – fev/mar/abr-1983
47. KURTENBACH – 25.06.1981
48. KRAUTKRAEMER – 02.07.1981
49. LAUFERSWELLER – 09.02.1982
50. LICKER – 03.01.1982
51. LOCHEN – 03.01.1982
52. LOOS – 21.09.1986
53. LUEBE – 03.01.1982
54. MAIWORM – abr/mai/jun-1986
55. MEES – 09.02.1982
56. MOEHLIG – 09.02.1982
57. MUNDSTEIN – 10.08.1983
58. NEISIUS – 10.10.1981
59. NICHTERN – 03.01.1982
60. NIENHAUS – 31.01.1982
61. NOEL – 26.2, 18 E 25.03.1984
62. PITZER – 09.11.1983
63. PLATZ – 02.02.1983
64. RABLAIS – 12.09.1981
65. ROSENBACH – 13.08.1982
66. ROUX – 17.10.1981
67. SATTLER – 10.09.1982
68. SCHERER – 02.07.1982
69. SISTERHENN – 31.10.1981
70. STATZNER – 20.06.1981
71. TROJACK 17 e 22.01.1982
72. VONES – 11.06.1981
73. WECKMUELLER – 03.10.1981
74. WEINEM – 06.07.1984
75. WINDHAUSER – 24.10.1981
76. WINTER – 20 E 25.10.1983
77. ZACKER – 28.09 e 05.10.1984
78. ZILLIG – 16 e 23.07.1981
79. ZOEBUS – 31.10.1981
Fonte: http://buratto.org/gens/gn_petropolis.html

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. https://pt.wikipedia.org/wiki/Petrópolis
  2. http://cod.ibge.gov.br/2334M